sábado, 5 de julho de 2008
Vai te embora mercenário !!!!!
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Escatologia futebolística

“Escatologia é uma parte da teologia e da filosofia que trata dos últimos eventos na história do mundo ou do destino final do gênero humano, comumente denominado como fim do mundo” (wikipedia).
Convenço-me, cada vez mais, de que estamos próximo do fim. É o fim dos tempos no futebol. Um dos principais responsáveis por essa iminência apocalíptica é o Superior Tribunal de Justiça Desportiva.
O fato de Roger ser denunciado pelo STJD por tentar esconder rádio no Gre-Nal é mais uma prova da tentativa recorrente de descaracterização do verdadeiro futebol. Esse tal de Paulo Schmidt é o príncipe das trevas travestido de procurador do STJD. Suas ações, somadas às regulamentações da FIFA, são artimanhas malignas que visam destruir a alegria humana advinda do futebol. As crescentes restrições, seja dentro ou fora de campo, afeta a essência do mundo da bola. Querem criar um outro esporte: sem catimba, ser cusparada, sem cotovelada, sem carrinho, sem palavrão e, nas arquibancadas, sem cerveja de verdade.
Se as coisa continuarem desse jeito, não haverá salvação!
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Entrevista concedida por Baltazar Maria de Morais Júnior (o Artilheiro de Deus) para o BLOGREMISTAS
R: 2 filhos. Mateus, 14 anos e Michelle, 12 anos.
Qual a sua atividade atual ?
R: Atualmente sou empresário de jogadores, sou um agente CBF/FIFA
Qual o 2º gol mais bonito da sua carreira e o 2º gol mais importante da sua carreira ? (Obs: Perguntamos o 2º pois o primeiro em todos estes quesitos nós GREMISTAS já sabemos !!!)
R: Curiosamente creio que o 2º gol mais bonito meu foi justamente contra o Grêmio, em 83
jogando a Libertadores pelo Flamengo no Estádio Olímpico.
Talvez o 2º gol mais importante foi pela Seleção Brasileira contra a Espanha em 81, foi 1x0 , fiz o gol de cabeça num escanteio batido pelo Eder.
Qual a sua maior decepção ou qual o seu maior arrependimento no futebol ?
R: Não tive uma grande decepção, mas gostaria de ter ido a uma Copa do Mundo. Não tive um grande arrependimento no futebol, pois em minha vida sempre orei e pedi a direção a Deus em tudo o que fosse fazer, e assim creio que tudo que Deus me deu e permitiu fazer foi o melhor pra mim.
Qual o conselho que você daria para o teu sucessor, o artilheiro Jardel, para que ele volte a trilhar sua carreira de sucesso no Grêmio ?
R: Conselho para um atacante como Jardel, é que ele se cuide devidamente fora do campo, como um atleta profissional, e dentro faça o melhor, treinando, se aperfeiçoando, corrigindo os erros, e principalmente afinando muito bem a pontaria para o gol em todas as situações possíveis, ´pé, cabeça, como for para fazer os gols.
Qual o segredo do time de 1981 para bater o SPFC (que era a base da seleção brasileira) em pleno Morumbi, naquela histórica final, visto que na fase classificatória levamos 3 a 0 em SP ?
R: O segredo do time de 81 pra conseguir a vitória sobre o São Paulo, que era a base da Seleção Brasileira, foi um grupo muito unido, de muita qualidade técnica e de força, tendo uma mescla bem dosada de jogadores experientes e também de jovens. E muito bem orientada pelo Enio Andrade, um técnico muito experiente em decisões de campeonatos brasileiros. Tínhamos também uma diretoria que dava todo o apoio.
Qual a receita para o Grêmio voltar a conquistar os títulos de sua grandeza ?
R: O Grêmio para voltar às grandes conquistas deve se estruturar bem, tendo condições de pagar seus atletas em dia, ter sempre uma boa base de jovens talentos e saber escolher bem as contratações de atletas mais experientes para dar mais consistência à equipe.
Qual o recado que tu mandas para a torcida do Grêmio ?
R: Meu recado para a torcida do Grêmio, é de que eu continuo admirando toda esta torcida, sou eternamente grato pelo carinho que demonstram por mim até hoje. E meu desejo mais profundo do coração é de que cada um de vocês possa ter a alegria maior de conhecer a Jesus Cristo, aquele que veio para te dar vida, e vida em abundância. Só Ele nos faz verdadeiramente felizes. Que Deus os abençoe.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Do grenal de 30 minutos
Sexta-feira peguei a estrada e me bandeei para os campos de cima da serra. O cheiro de campo molhado, a graça da bailanta das potrancas e o bom assado de ovelha me aguardavam com a receptividade própria desta amada querência. A par de todas essas maravilhas, tinha o grande pequeno Felipe, a esperar ansioso por uma prosa com o pai. Mal vi o guri e senti que ele estava que nem eu: inquieto e meio nervoso. E não é para menos: semana de clássico é sempre de muita aprrensão.
Saudade suprida, voltei no domingo lá pelas 16 h, sabendo que não conseguiria assitir ao primeiro tempo do clássico. O atraso tem só uma justificativa: o sorriso de uma figura de três meses, que desmonta até lutador de vale-tudo.
Solito na estrada, ouvi o primeiro tempo no rádio. Terrível! A impressão que passou foi a de que eles dominaram aboslutos o jogo e não fizeram mais de um por competência do nosso goleiro.
Chegando em Porto Alegre, fui direto para o estádio, assistir aos trinta minutos finais do clássico. Mal entrei no Olímpico e duas bolas na trave. Só pensei: deveria ter ido direto para casa.
No entanto, logo em seguida, fui premiado com aquela jogada fantástica do goleiro que muitos afirmam ser o melhor do país. Após, gol do Roger, com paradinha e tudo sobre o arqueiro Fifa.
Ao fim e ao cabo, pelo que pude depreender do rádio e, depois, lá no estádio, o empate saiu melhor que a encomenda.
Apesar do resultado razoável, há coisas que não podem ser esquecidas.
Primeiro: nosso técnico não pode se dar ao luxo de inventar (até mesmo porque ele não sabe fazer isso). Em time que está ganhando não se mexe. O Rafael Carioca vinha bem e não havia justificativa ponderável para sacá-lo do time.
Segundo: temos que achar uma solução para a criação das jogadas, pois nem sempre o Roger jogará livre e tranquilo como no jogo contra o Atlético Paranaense. E ontem ficou claro que com o Roger marcado o time não sabe o que fazer com a bola.
Terceiro: precisamos formar um ataque confiável. O Marcel não me serve, e já referi isto em um post do mês de maio. Mas se querem isnsitir com ele, que ao menos treinem cruzamentos à exaustão, pois o negócio dele é bola aérea. E convenhamos: nossos curzamentos estão para lá de medíocres.
Por fim: finalmente temos um bom goleiro!!! Seguro, discreto e eficiente.
Ah....quanto à choradeira do outro lado? Concordo com eles, não era para ser pênalti, pois nem sangramento houve. No entanto, após a era fair play/Fifa, que eles tanto adoram, temos que suportar este tipo de marcação. Bons tempos de Libertadores sem doping e sem televisão.
domingo, 29 de junho de 2008
Imprensa vermelha vai tomar no cú !!!!!
Acabou o jogo e as rádios somente discutem se a voadeira do goleiro foi pênalti ou não. E o gol do outro time? O Nilmar está 50 metros adiantado e ninguém citou o impedimento. Será que só eu vi? Enfim, só uma coisa a declarar .... IMPRENSA VERMELHA VAI TOMAR NO CÚ !!!!!!!!!!!
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Sem essa de favoritismo!!
Impressiona a recorrência da imprensa na idéia de que o Gremio é favorito para o Grenal do fim de semana. Como desconfio que nossa imprensa é vermelha, acho que isso faz parte uma mãozinho estratégica que visa colocar “eles” na disputa. Creio que desconfiar dessa imprensa não é xiitismo. Pra mim a imprensa será sempre vermelha enquanto insistir em comparar “o clube deles” com o Grêmio, considerando ambos da mesma magnitude. Isso é não admitir o óbvio, nosso clube é muito mais tradicional e nossa história muito mais gloriosa. Embora o abismo de tradição e história entre os clubes seja inegável, isso pouco significa para o jogo de domingo. Há necessidade de atenção total e manutenção do foco. Não se pode cair nessa armadilha de favoritismo. Esses que declaram que o Gremio é favorito são os mesmos que enchiam a boca pra dizer que “eles” tinham o melhor grupo do país e que, principalmente depois da final do campeonato gaúcho, disputariam todos os títulos desse ano. Nosso time é de operários e nossa força está no grupo. Admitir essa história de favoritismo é um risco de perdermos o foco. Temos que ir pra cima deles mantendo nossa característica de time pegador e solidario.
A foto do nosso eterno volante Dinho foi enviada pelo Prof. Éder Silveira.
Éder é um dos nossos milhares leitores e também tem um blog. Seus temas são acadêmicos, mas volta e meia se refere ao nosso tricolor. Vale conferir: http://eder.silveira.zip.net
sábado, 21 de junho de 2008
Tchê, te falo de barbaridade!
A peleia do gaúcho com o poder central é marco histórico deste estado. A Revolução Farroupilha, a revolução de 23 e os cavalos amarrados no obelisco são provas elucidativas disto. E essa rusga não é sem sentido. Tivemos que, praticamente sozinhos, defender este território contra os castelhanos. De igual forma, durante largo período, fomos o celeiro econômico deste país. No entanto, nunca recebemos o tratamento condigno por parte dos nossos compatriotas, que convivem com as maravilhosas praias e o clima ameno da parte tropical do Brasil.
Embora sejamos um mesmo país, as diferenças são brutais. O inverno daqui é sinônimo de frio. Já o inverno lá de cima significa chuvas ioladas no decorrer do período. As praias de lá tem coqueiros e águas límpidas. As daqui tem o nordestão e aquela água suja, sem falar no repuxo, este ente mais traiçoeiro que cavalo caborteiro. Lá se come pão francês e mexerica. Aqui, se fala em cacetinho e bergamota. No domingo, os brasileiros de fala mansa e sotaque arrastado comem feijoada. Já a gente grossa do meu rincão aprecia um churrasco de costela gorda e um mate bem cevado.
No futebol as coisas não são muito diferentes. Lá para cima, se gosta do jogo aberto, da firula, do toque de bola e das pedaladas do Robinho. Já por este pagos, os torcedores, principalmente os tricolores, apreciam a marcação, o carrinho no barro, a dedicação e a fé de que nenhuma bola é perdida.
O ídolo do Amarante, professor Aristóteles, já dizia que igualdade é tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de suas desigualdades.
Ao que parece, esta tal CBF, que se julga a entidade máxima do futebol brasileiro, mas que não passa de um clã que historicamente se utiliza de meios escusos para satisfazer interesses pessoais, ainda não entendeu as diferenças regionais do Brasil, tampouco a sábia lição do filósofo grego.
E desta forma, o poder central, representado por esta risível entidade, segue, sob o falacioso argumento da paridade, desrespeitando o povo gaúcho, através da marcação de jogos para as 18h, em pleno inverno pampeano, que, além de frio, apresenta-se, muitas vezes, demasiadamente úmido. Quem dera colocar o Sr. Ricardo Teixeira na arquibancada, com uma leve garoa no lombo e uma temperatura de bater queixo. Se bem que este senhor nem deve saber o que é uma arquibancada.
Como diriam lá me Livramento: "Tchê, te falo de barbaridade!"Mas tudo bem. Amanhã, com ou sem frio, chovendo ou não, mostraremos o brio deste povo cá do sul. A nação tricolor novamente lotará o Monumental e levará o Grêmio a mais uma vitória, desta vez contra aquele clube paranaense, que se julga muito maior do que realmente é.
A nossa paixão pelo imortal supera todos os limites, e não há frio ou tempo ruim que afete a fidelidade do nosso povo.
Vamo, vamo, tricolor!!!!

