Gremistas, passamos para a nossa sétima semifinal de Libertadores. Se estamos jogando mal, se passamos sufoco contra o "morto" Caracas ... Nada disso importa, o que interessa é que estamos lá entre os 4 melhores da América. Só sobrou quem tem cabelo no peito. Dois bicampeões (Grêmio e Cruzeiro) e dois tricampeões (Nacional e Estudiantes). Nada de Once Caldas RS, DMLU ou gente fantasiada no Maraca. É a celebração da volta da tradição na LA 50.Será que teremos uma Batalha de La Plata na final? Se acontecer isso, deveriam rasgar o regulamento e marcar uma final única para o aposentado Estádio Jorge Luis Hirschi, esquecer o fair play, liberar a cerveja e entregar a taça para quem sobrasse em pé.
Antes disso, temos que passar pelo Cruzeiro. Time encrespado, que ganhou com autoridade no campo neutro do Morumbi. Não vou entrar no mérito se temos futebol para vencê-los, nessa hora é o que menos importa. Como nunca fomos a namoradinha do Brasil (a atual andou dançando com o cara mais gordo da festa), estamos acostumados a lutar contra o favoritismo. Foi assim em 95, quando um desconhecido atacante de nr. 16 derrubou a cabeçazos o esquema Parmalat. E em 2007, quando o time contestado eliminou o bicampeão brasileiro São Paulo ainda nas oitavas e despachou o Santos nas semi. Eu prefiro assim, comendo quieto.
Como inspiração, assista ao vídeo abaixo. Preste atenção nos carrinhos voadores do Portaluppi e no Jandir botando o time do SP para correr em pleno Morumbi.

