sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

FELIZ LA 2011 !!!!!


ELE JÁ PROFETIZOU, 2011 SERA´ O ANO DO TRI DA LIBERTADORES.

QUE A AMÉRICA SEJA LIBERTADA...

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Papo reto!

Eu já expressei em outras oportunidades o que acho do Odone e da sua patota, em especial o Antonio Vicente Martins. São um bando de vaidosos, sempre se lambendo para assumir o controle político do clube e poder colocar a cara na vitrine. O A. V. Martins, o qual tem quem goste aqui no Blogremistas, não perde uma única oportunidade de meter o carão na imprensa e falar sobre o quão maravilhosa será a nova gestão. Todos os gremistas desejamos uma gestão de realizações e títulos, mas por favor, não desmobilizem o grupo. Ouçam as palavras do homem da casamata, Renato, o Santo:

"Agora eu estou voltando para Porto Alegre. Estou lá. Agora nada vai atrapalhar, todo mundo vai calar a boca. Não tem mais guerrinha de vaidade. Não pode falar de contratação, os jogadores que estão no grupo sentem. Quem gosta do Grêmio vai fechar a boca. Estou pedindo."

E isso aí Renato, bota ordem na casa que a vaga ainda é possível!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Complicou! Mas ainda é possível!

Ainda estou de cabeça inchada! Eu sei que tivemos um pênalti escandalosamente não marcado (a mediocridade do apito nacional merece um post a parte!), que jogamos contra o líder do campeonato, que tivemos vontade e que não há nada definitivamente perdido (até porque sempre achei ilusória a chance de título). Sei também que uma hora teríamos que perder e que o nosso grande problema foi começar a recuperação tarde demais.

Porém tem três questões que merecem reflexão.

1) Efetividade

Ontem, tal qual nos jogos contra Flamengo e Internacional, nós tivemos maior posse de bola, maior domínio e maior número de chances. Mas novamente não conseguimos converter tudo isso em gols. E não adianta: no futebol, até segunda ordem, ganha quem acerta mais vezes a bola dentro daqueles arcos que ficam nas extremidades do campo.

Temos que aperfeiçoar as finalizações, pois em jogos difíceis não se pode perder chances.

De outra banda, o Jonas tem que se dar conta que TUDO na vida tem um lado bom e um lado ruim. Se por um lado é ótimo ser atrilheiro do Brasileirão, por outro é imperioso saber que tal condição despertará a atenção dos adversários, que aplicarão cuidados redobrados na marcação. Não adianta ficar olhando para o juiz, para as câmeras ou ficar discutindo com o zagueiro! Tem é que fugir da marcação e se aperfeiçoar mais e mais.

Por fim: só faz gol quem chuta. Pelo segundo jogo seguido chegamos em frente à área e não batemos a gol! O time parece buscar o espaço ideal, a melhor posição, o melhor chutador, etc! Isso até pode ser feito em jogos de menor dificuldade! Mas em briga de cachorro grande, a tese é "abri, bateu!" (D'Alessandro e Conca que digam!).

2) Individualidades.

Time que pretende algo grande na competição, não pode se dar ao luxo de ter a maioria de suas individualidades jogando mal. Um que outro ainda vá lá! Mas três ou quatro, no mesmo jogo, é de matar. Fora o Gabriel - que jogou muito! -, os demais protagonistas do time afundaram, em especial Douglas e Lúcio.

3) A questão que todos pensavam superada.

Sei que o Rockenbach e o Adilson não puderam jogar. Entendo perfeitamente que deve ser triste olhar para o grupo e ver que a única alternativa para a posição é o Ferdinando.

Todavia, como já fora evidenciado em período anterior, Souza e Douglas não podem jogar juntos. A impressão que dá é que se anulam mutuamente. Com ambos em campo, acabamos perdendo em marcação e em armação.

Os professores da bola dizem: futebol é equíbibrio. Disto se conclui que: a) não se faz bom time com apenas onze Dinhos ou onze Romários; b) que não se pode ter mais de um jogador preguiçoso-armador-técnico-criativo no mesmo meio campo.

Lúcio e Douglas vinham se dando bem por causa disso: um é mais técnico, pensador e criador; o outro mais elétrico, de mais correria e vontade. Do equilíbrio destas caracterísitas é que adveio o sucesso da dupla.

Já Souza e Douglas não podem se dar bem, justamente porque possuem características semelhantes, de toque de bola e futebol mais descompromissado. A escalação dos dois juntos onera demais a equipe.

Por fim, considero que o G3 ficou muito difícil, mas não impossível. Ademais, tem a possibilidade de uma zebra na Sulamericana. Já demonstramos que temos time e comando! É só ter um pouco mais de efetividade!

Força, Tricolor!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Qual o limite?



Conforme já referi anteriormente, fiz parte do numeroso coro de gremistas que foram contra a contratação de Renato, por temer que o nosso imortal ídolo pudesse, de alguma forma, manchar a sua imagem, tendo em vista o momento que o time atravessava aliado à inércia do corpo diretivo.

Todavia, o eterno camisa 7 veio, tirou o time da zona perigosa, devolveu a auto estima tricolor, montou uma equipe com atitude, raça e vontade. Acima de tudo, fez o time jogar bola! Hoje temos vários destaques individuais, gols de jogadas bem elaboradas e uma defesa consistente.

Com a língua mordida (mas feliz da vida!), o que mais me impressiona no Portaluppi não é a recuperação do Douglas (mais um passe magistral ontem, no primeiro gol!), do Victor (que nem parece aquele arqueiro pós não convocação) e/ou do Rockembak. Tampouco a sua postura ofensiva e aguerrida, sua visão tática ou a colocação do Lúcio no meio.

Na verdade, o que mais me impressiona é que Deu7 sabe exatamente o que pode tirar de cada jogador, em especial daqueles cuja contratação foi por ele indicada. Paulão é tosco! Mas diz , para turma dos adversários habilidosos, quem manda no pedaço (Montillo jogou muito ontem, mas tomou uma três chegadas de respeito, numa espécie de aviso que aquela área não é feita para recreação). Vílson tem se revelado de uma eficiência incrível no meio. Gílson - que já merece a titularidade - vem desmentindo a primeira impressão, dada naquele jogo em Curitiba. E os "subnutridos" têm feito o que se exige dos atacantes: gols! Clementino Pérola Negra é rápido e objetivo, além de folclórico. Viçosa também demonstrou que pode ser útil (o cara tem 20 anos, entra numa fogueira danada, faz um gol e se apresenta para o jogo: merece ao menos respeito!).

É muito cedo para analisar em definitivo qualquer das contratações da era Portaluppi, mas é inegável que a resposta vem sendo mais que boa.

Não obstante todas estas boas notícias, consagradas pela promissora vitória de ontem, hoje a Comebol voltou a admitir o G4. Contudo, prefiro seguir neste ritmo que estamos, pensando no G3, G2 ou G1 (será lícito duvidar do Grêmio atual?). Afinal, o G4 só permanecerá se nenhum dos brasileiros vencer a Sulamericana.

Agora, tudo é grenal. E como dizia nosso querido Jardel: clássico é clássico e vice-versa! Ou seja: não há favoritos! Concentração total é palavra de ordem na Azenha.

Por fim, uma última pergunta que não quer calar: qual o limite do atual Grêmio?


domingo, 10 de outubro de 2010

Não tá morto quem peleia com qualidade!



“Só raça não adianta, assim como só técnica não adianta”. Essa foi a resposta de Renato ao ser perguntado se o Grêmio havia recuperado de vez sua característica de time raçudo.

A frase do nosso técnico explica bem como o time conseguiu um ponto contra o vasco depois de uma estar perdendo por 3 a 1. Quando precisou de garra pra reverter a situação adversa, a equipe gremista foi com qualidade pra cima do adversário. Nossos 3 gols surgiram da pressão e do toque de qualidade. O 1º gol do Jonas foi uma pintura: golaço com a assistência de Douglas. 0 2º gol confirma a sintonia entre André Lima e Jonas: tabelinha perfeita. 0 3º surge da categoria de Gabriel que, quando colocado na meia, sempre é uma possibilidade concreta de gol.

O time teve lá suas falhas: O goleiro não era o Vitor, Ferdinando de 2º volante é pior que ele mesmo na 1ª função, com isso nossa saída de bola foi uma calamidade, a zaga bateu cabeça algumas vezes. Mesmo assim foi possível trazer um ponto pra casa. É menos do que precisávamos, mas diante da circunstância o pontinho foi precioso. Além disso, o time do vasco é bem ajeitado: um meio de campo talentoso (Felipe e Zé Roberto) e um sistema defensivo muito sólido.

Renato deu padrão ao time e isso é fundamental para pretensões futuras. Não me refiro só às próximas rodadas, mas às próximas temporadas. Se mantida esta base, iniciaremos o ano de 2011 de um bom patamar.

Caberá a Odone, recém eleito, a sabedoria de manter as coisas boas que o time tem apresentado neste fim de campeonato. Aliás, nosso presidente para o biênio 2011-2012 tem mencionado que o Grêmio pagou preço muito caro por causa das políticas autofágicas dos últimos anos. Acho não repetirá esse tipo de erro e manterá o que de há bom na gestão Duda Kroeff PORTALUPPI. Que seja assim!

Mantendo o que há de bom, agregando valores dentro de campo e organizando o depto de futebol com a possível vinda de Rodrigo Caetano, já é possível ficar otimista.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Grêmio quase 5 x 0 Prudente

Jonas brothers?

Estava prestes a escrever uma coluna exaltando o futebol do Jonas, ignorando a sua atuação irritante no sábado passado por essas bandas de Salvador. O hat-trick no jogo de hoje era para calar as bocas dos criticistas desse blog (Éder e Kbecinha). Escreveria que o Jonas é um goleador nato, que a camisa 7 lhe cai muito bem e que o Portaluppi o ensinou a jogar. Perdoaria até suas dancinhas constrangedoras. Porém, no último lance do jogo, depois de receber uma bola açucarada do Douglas, driblar o goleiro, não é que o artilheiro do Dilmão 2010 coloca a bola pra fora com o gol escancarado. Me lembrou a fábula do escorpião e do sapo, no último minuto, Jonas deu uma ferroada na torcida tricolor. Juro que ouvi ele declarar numa rádio: "Desculpem, mas perder gols é da minha natureza.".


Quanto à vitória, mesmo que contra um time virtualmente rebaixado, podemos ver a evolução tática da equipe de Deu7. Quem sabe joga, quem não sabe não brinca em serviço. Dá gosto assistir a volta da pegada e o time mordendo os 90 minutos. O Renato foi a injeção de ânimo para a recuperação de jogadores desacreditados e a confiança para jogadores medianos. Ele achou o camisa 5 em Vilson, fez o Douglas jogar e até o Marcelo Gorhe se transforma numa muralha. Já estamos a alguns pontos do suposto G-4, que ainda depende da decisão da Conmebol sobre a vaga brasileira surrupiada. E, quem sabe, nem precisemos dela e mandamos o amargo da FGF enfiá-la na sua bunda mole.


Eu não duvido do Grêmio, muito menos do Renato.


segunda-feira, 4 de outubro de 2010

A vaga sonegada e o bunda mole da FGF


Todos os clubes brasileiros com alguma chance de chegar entre os primeiros colocados do Campeonato Brasileiro só pensam nela, na Libertadores da América. O Grêmio, atualmente na oitava posição do Campeonato, vem crescendo. Dá esperanças aos torcedores e aos comentaristas de que pode chegar, o que pode acontecer ou não.

Mas para não dizer que não falei de espinhos, vejamos: frente a chance de um clube Gaúcho conquistar, na bola e na raça, uma vaga para o campeonato mais importante do continente, se tu fosses dirigente da FGF, o que tu farias? Desencorajaria a consulta e a pressão à CBF, dizendo que é bobagem, ou lutaria ao lado do clube, até o fim, pela vaga sonegada pela Comebol?

Bueno, dá uma olhada na cor do blusão do cidadão aí em cima. Te lembras que além de presidente da FGF ele é dirigente do pessoal ali da Padre Cacique e começa a entender a boa vontade demonstrada por ele quando se trata de defender os interesses do Grêmio. Fábio Koff, cadê o senhor quando precisamos?