Sem jogo no meio de semana, sobra tempo pra pesquisar videos e noticias sobre nosso "único amor". Está anunciado que no inicio do mes de junho entrará em cartaz o filme "1983 - o Ano Azul". O trailer ja está no youtube e pode ser conferido abaixo.
Outra produção da cinematografia tricolor é um filme sobre a Geral. Grande iniciativa já que estamos falando da torcida que revolucionou o modo de torcer entre os clubes brasileiros. Os que tentam imita-la agora terão o filme como mais um recurso para aprender a torcer.
Os vídeos servem de aquecimento para o importante jogo contra o Botafogo, no domingo. Tomara que a estréia de Paulo Autuori seja o inicio de um novo enredo de glórias para filmes futuros.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Grêmio no cinema
terça-feira, 19 de maio de 2009
Chegou o novo piloto.

O esporte tem suas curiosidades. Rubens Barrichelo, por exemplo, parecia esquecido e pronto pra se aposentar. As mudanças na formula 1 fizeram que o moço da sambadinha reaparecesse no cenário do esporte. O problema de Rubinho é que tem sempre alguém mais talentoso com o mesmo carro. Acho que a analogia com a Fórmula 1 é válida para o futebol: vale muito o talento do piloto, mas o mais importante de tudo é ter um bom carro. O melhor piloto não faz milagre, apenas tira o melhor resultado dentro dos limites impostos pelo potencial do carro. Geralmente as vitórias nesse esporte aliam bom piloto e qualidade da máquina.
Acho que futebol é um pouco isso. Importantíssimo o comando, mas não é a questão determinante. Paulo Autuori surge como um comandante de ponta, resta saber o que ele poderá fazer com nosso insuficiente grupo. Sua entrevista (pode ser acessada no clicrbs – 40 min respondendo aos jornalistas) chama atenção pelo valor dado à concepção de futebol, demonstrando ser alguém que busca pensar o esporte por um viés quase científico. Numa de suas respostas, ele mesmo admitiu que no futebol há dois protagonistas: jogador e torcida. Com essa declaração, Autuori adianta que o técnico não faz mágicas, embora seja importantíssimo.
Nosso novo técnico chega com um tom diferente da cultura gremista. Chamou a atenção sua idéia de que um time se torna competitivo quando controla e propõe o jogo. Ressaltou a capacidade de marcação do Grêmio deixando transparecer que esse quesito é secundário na estratégia de um time. Falou que não se deixará pautar por resultados, mas sim por concepções e conceitos de futebol.
Pelo que disse, Autuori causará um choque de cultura no Grêmio. Acho que isso será válido se seus conhecimentos somarem à nossa identidade e não tentar substituí-la. O que temos que esperar agora é que a direção ofereça alternativa e qualidade suficientes para por a prova o talento de Autuori. Caso contrário, será difícil de nosso piloto subir no lugar mais alto do podium da libertadores e do brasileiro.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Novidades? Só a chuva!
Ontem foi a noite das confirmações. Salvo a tão esperada chuva, que veio trazer alívio àProvíncia de São Pedro, nenhuma outra novidade se fez presente ao Olímipico.
A primeira confirmação foi a vitória. A classificação veio naturalmente, sem muito força, através de um 2 x 0 que, além de quebrar o jejum do Jonas, garantiu uma passagem tranquila e segura às quartas-de-final. O futebol apresentado foi mediano, mas o suficiente para obter a almejada vaga. O "freio de mão puxado" foi justificável, ante o placar do primeiro jogo e o compromisso do próximo sábado em BH, onde enfrentaremos o Galo do sempre teimoso Sr. Roth.
A segunda confirmação foi a do Autuori. Por mais que a direção afirme que a conclusão do negócio ocorreu há três dias, é cediço que a interminável espera pelo anúncio do treinador somente poderia ser justificada pelos compormissos do Sr. Autuori. Nada mais explica deixar um time 38 dias sem comandante efetivo, em meio a uma Copa Libertadores. Ao Sir. P. A. sorte na sua nova missão, com votos de que repita os suessos que teve com Cruzeiro e São Paulo na disputa da Copa.
Por fim, a última confirmação ocorreu no segundo tempo. Se ainda persistia alguma dúvida, esta esvaiu-se com o jogo de ontem: Jadílson é muito mais jogador que Fábio Santos. Pode não ser o supra-sumo da posição, mas deu uma resposta bem superior ao até então titular.
Agora é ir a BH e buscar os três pontos, para recuperar o resultado de domingo passado.
Dá-lhe tricolor!
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Com as barbas de molho!
Em condições normais de temperatura e pressão (CNTP), empatar com o Santos, na estréia de um campeonato brasileiro, seria um resultado aceitável (mas não positivo). Afinal, trata-se de um jogo entre dois times grandes, que já foram bicampeões da América. Afastada a velha flauta de que "Pelé parou! Pelé parou! E o Santos acabou", é sabido que o enfrentamento contra o time da Vila Belmiro sempre foi e será um jogo encardido.
No entanto, em face da imensa dúvida que paira - ou pairava - acerca das nossas reais condições técnicas, fazia-se necessário vencer o jogo de ontem, de preferência com uma atuação convincente, uma vez que, apesar da estupenda campanha na LA/2009, é cediço que ainda não enfrentamos nenhum time de estirpe.
Diante deste quadro, o resultado e, sobretudo, a nossa atuação deixou a nação tricolor com as barbas de molho.
Não faltou empenho ou oprtunidades de gol. Mas, novamente, faltou qualidade técnica e tática. Novamente fomos reféns de alas muito dispostos, mas pouco efetivos; de uma saída de bola com pouca qualidade; de um ataque pouco criativo; e de uma defesa que restou envolvida algumas vezes pelo ataque adversário. De quebra, o nosso interino, em uma tarde "a la Roth", efetuou substituições pouco lógicas e nada entendíveis (ao menos para mim, que sou um leigo no assunto!).
Souza, que é nosso diferencial técnico, foi discreto. Vítor novamente mostrou que está na ponta dos cascos. Réver foi soberano, mostrando que é possível ter qualidade sem gastar exorbitantes quantias de dinheiro. E M. Lopez, apesar de isolado e carente de uma parceria qualificada, mostrou posicionamento e bom cabeceio, nas poucas vezes em que foi acionado. Do resto, quase nada há a falar.
Ficou o sabor amargo do empate e a certeza de que precisamos mais qualidade. Urge o desembarque de mais jogadores e do tão falado técnico (esta interminável espera é por demais arriscada!), para que possamos sonhar com relevantes conquistas!
Volto a frisar: a superação e a raça são nossos diferenciais! Mas eles, por si só, não bastam! Qualidade técnica é imprescindível! Nossos esquadrões multicampeões sempre primaram pela jogo aguerrido, mas todos eles tinham uma característica inerente ao esporte bretão: sabiam jogar futebol de qualidade!
Agora, é retomar os trabalhos e confirmar a classificação à próxima fase da Copa! Enquanto isto, espera-se que a direção trabalhe nos bastidores, a fim de qualificar o nosso grupo para as duas competições que estamos disputando.
Por fim, gostaria de elogiar o novo programa de sócios. Após uma longa idade média, parece que o renascimento bateu as portas do markenting do Olímpico, que resolveu adotar nova medidas de reaproximação do torcedor com o clube! São medidas ainda insuficientes, mas que, ao que tudo indica, denotam a chegada de novos tempos. Parabéns ao quadro social e as novas cabeças que estão cuidando da imagem tricolor!
Dá-lhe copero!
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Sou Grêmio pelo Mundo...
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Entrevista com Paulo Isidoro: Herói de 1981
R: Gol mais bonito: Atletico X Guarani de Divinópolis 1978, quando o Atlético foi Bi-Campeão Mineiro
Qual o recado que tu mandas para a torcida do Grêmio ?
Para visualizar a entrevista anterior com Baltazar, acesse:
http://blogremistas.blogspot.com/2008/07/entrevista-concedida-por-baltazar-maria.html
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Caminho traçado

Terminou a primeira fase. Com ela todas as indefinições e especulações sobre os confrontos da chamada fase mata-mata (tenho um colega de trabalho que jura que essa expressão é estúpida e que o correto é mata-morre). Preciosismos a parte, já é possível conhecer o caminho e projetar os adversários das próximas fases.
O próximo adversário é o San Martin, do Peru, que perdeu na noite de ontem para horríver plate. Sei que o trocadilho é infame, mas denota um pouco da malesa em que está o tradicional clube argentino. Vendo o jogo de ontem tive a impressão que o time peruano tava se fazendo e a derrota foi planejada pra evitar o Boca. Impossível que sejam tão fracos e percam para um time desmotivado pela eliminação e ruim como é o River. Não podemos confiar que o San Martin repita essa atuação. Nesta hora é necessário estar “mais ligado que rádio de preso” e não perder a concentração com adversários supostamente mais fracos.
Se obtivermos sucesso nas oitavas, enfrentaremos nas quartas-de- final o vencedor de Caracas e Deportivo Cuenca, o que não deixa de ser uma noticia animadora. Mas isso fica para um outro post, quando o perigoso San Martin estiver superado.

