
Teremos uma parada torta pela frente. O Patético Paranaense, em casa, gosta de complicar a nossa vida. Ainda que não seja um time com grande tradição ou com conquistas que mereçam consideração, criaram uma certa rivalidade e grande hostilidade com relação ao Grêmio.
Temos que ganhar o jogo na meio-estádio dos paranaenses, na boa ou na ruim. Conseguiremos? É preciso esperar o domingo e deixar a bola rolar. Acredito que ainda há uma chance de o Grêmio acordar do sonambulismo em que se arrasta.
Avante Tricolor!!!
sábado, 28 de agosto de 2010
Força tricolor!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Tempo, tempo, tempo...

Um Dos maiores problemas do Grêmio nos últimos anos vem de uma expressão muito propalada pelo antigo e nada saudoso homem forte do futebol: planejamento. O futebol no Grêmio vai sendo gerido aos trancos e barrancos, sem nenhum tipo de raciocínio de longo prazo.
Isso se reflete na política de contratações e na promoção de novos jogadores, oriundos da base. Sobre as contratações, nosso maior problema nos últimos tempos são as escolhas e a quantidade de novos jogadores que chegam. Não se pode mais dizer que não chega ninguém ao Olímpico ou que os jogadores contratados são apenas nomes totalmente desconhecidos. Se paga, na maior parte das vezes a peso de ouro, por certos nomes, que raramento correspondem.
O problema é que os jogadores mais conhecidos, para desembarcarem no Olímpico, obedecem ao seguinte critério: medalhões em decadência, por vezes toxicômanos que vem fazer tratamento aqui, mas nuca para jogar futebol. Contratamos somente jogadores fora de forma ou com problemas de grupo em seus times mais recentes.
Há também as contratações apostas: jogadores que desembarcam, treinam e, muitas vezes, vão embora sem entrar em campo em um jogo oficial. Bruno Cesar, que vem apresentando bom futebol pelo Corinthians, passou por aqui sem nunca entrar em campo! Diogo, que todos nós queríamos ver pelas costas, hoje é titular do Fluminense em uma função na qual a nossa carência é imensa: a primeira volância.
Vejamos agora o caso dos jovens jogadores: eles calçam a chuteira e vestem a camisa tricolor pela primeira vez e nós, frente às pressões que temos de nosso passado glorioso, esperamos nada menos que um gênio entrando em campo. Criamos imensas expectativas com relação ao Douglas Costa. Depois de jogar algumas poucas partidas, foi vendido por uma merreca. 2010 poderia ser o grande ano do jogador, que deveria estar fazendo a função do Douglas Bosta, que hoje enverga a 10 tricolor. O que vemos é o jogador ganhar a seqüência de jogos e o entrosamento necessário no outro lado do mundo, chegando à seleção, enquanto reclamamos que nos falta um articulador com maior movimentação. Antes que alguém diga que ele era manhoso, respondo: o diretor de futebol era o Onofre. Tu o respeitaria?
Seja craque, seja pé de mesa, é preciso tempo e seqüência para revelar jogadores de nível ao menos razoável. É preciso grupo, futebol com força coletiva, coisa que não temos há muito tempo. Em um grupo bem azeitado, jogadores fracos “acertam”. Vejamos o caso do Flu: Diogo e Diguinho continuam limitadíssimos, mas com um futebol jogado como esporte coletivo, eles funcionam. Tempo que, na medida que o campeonato anda, se torna o nosso maior pesadelo.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Para voltar a ser Grêmio

Há algumas máximas sobre o futebol, mais especificamente sobre a relação do torcedor com o clube que são muito repetidas, por quem manja e por quem não manja do riscado. Dizem que grandes títulos garantem a renovação das gerações de torcedores e que bons times lotam estádios.
São duas idéias que nos atemorizam. Já vai algum tempo que o Grêmio não conquista um grande título (o último completará uma década no próximo ano) e os times que nossa diretoria montou nos últimos tempos tem afugentado a torcida mais aguerrida do Brasil de nossa casa.
O ano de 2010 começou sob a desconfiança de todos nós. Depois de um 2009 pouco animador, tivemos um pequeno desmanche do time e contratações em pacote, prática que nunca deu certo. Some-se a isso o grande nó: o treinador. Não satisfeitos com a aula de como apequenar um gigante dada pela nossa direção no ano que passou com o vai-e-vem dos treinadores, decidiram começar o ano com Silas, que por um sem-número de motivos nos deixou, já jogadas boas 13 rodadas do Campeonato Brasileiro, na zona da degola.
Bueno, depois de todos esses embaraços que vivemos nos últimos tempos, a diretoria do Grêmio resolveu fazer aquilo que já deveria ter feito há muito tempo: trouxe de volta para a sua casa Renato Portaluppi. Antes de falar dos méritos dessa contratação, um problema precisa ser sublinhado na atitude da Direção do Grêmio, a saber, trazer Renato para limpar a sua barra junto ao torcedor, em um momento de crise institucional de muita gravidade. Ao invés de chamar Renato para começar um trabalho (ou para nos conduzir ao Tri da LA09), a Direção trouxe uma freira que já flertou com o lado amargo da força.
Mas a chegada de Renato é maior do que a perfídia dos Metralhas que tomaram conta do Grêmio. É muito bom ver um gremista no comando do Grêmio. Ver o maior ídolo da história do nosso clube no comando da casamata. E ver o Grêmio voltando, lentamente, a ter a cara do Grêmio.
E se o que vemos é um despertar de um Grêmio que remeta às nossas raízes, o início de uma nova caminhada pelas mãos de nosso ídolo maior, a paixão da torcida se reacenderá e as coisas voltarão lentamente aos seus trilhos. Tenho certeza de que sempre ajudamos a contrariar aquela “verdade” sobre o futebol que comentei lá no começo do texto. Mesmo ao longo de uma década perdida, nunca faltou paixão da torcida quando vimos o GRÊMIO em campo.
Se nosso modo de ser sempre foi forjado por conquistas & paixão, precisamos reacender a paixão dos torcedores e fazer com que nós voltemos a nos sentir donos do clube. Isso, imediatamente, voltará a lotar o Olímpico e devolverá o orgulho a todos. Em um segundo momento, desejo que sirva de combustível a todas as pessoas bem intencionadas de intervir na política do clube e forçar o processo de democratização do Grêmio, tarefa de todos nós.
Ao Renato Portaluppi, vida longa à frente do Grêmio!
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Começando os trabalhos
Esse blog abre as portas com uma proposta de ser um espaço para discussões sobre o glorioso tricolor.
Somos um grupo de amigos, torcedores e SÓCIOS do Grêmio que resolveram levar suas discussões das arquibancadas do estádio, mesas de bar, etc, para o mundo virtual.
Este blog é democráticop, os assuntos são livres, desque relacionados ao Grêmio. E comentários de moranguinhos são automaticamente encaminhados ao lugar devido, a lixeira.
Buenas, tá aberta a tribuna.